quarta-feira, setembro 26, 2007

Gerard Manley Hopkins III

PAZ

Quando, jamais, tu, Paz, arisca pomba, tímida asas pousando,
Teu revoar a meu redor, enfim terminarás, e serás sobre meus
.............................................................[ramos?
Quando, oh! quando, Paz, assim será? Vamos! não vou fingir

Para o meu próprio coração: confesso, sim, que às vezes vens; mas
Essa paz picadinha é pobre paz. Que pura paz vai permitir
Alarmes de guerras tais, apavorantes, morte da paz?

Concedo que ao roubar-me a Paz, o meu Senhor me traz, em seu
.............................................................[lugar
Algum bem, pois deixa-me então a Paciência aprimorada, que
.............................................................[a seguir
Em Paz se emplumará. E quando a Paz aqui vier morar,
Ela virá com trabalho a executar, não virá somente a arrulhar -
..........................Virá fazer seu ninho e procriar.


(tradução: Aíla de Oliveira Gomes)


(Gerard Manley Hopkins. In: Poemas)

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